GR 50 – Grande Rota da Peneda-Gerês por Etapas (fim-de-semana)

Nesta proposta poderá percorrer a GR 50 – Grande Rota Peneda Gerês por etapas aos fins-de-semana.

A GR 50 é dividida oficialmente em 19 etapas que ligam a fronteira da Ameijoeira (Castro Laboreiro) à aldeia de Tourém (Montalegre). O total do percurso é de 187,5 km (segundo informação da ADERE Peneda-Gerês).

O que propomos é dividir este percurso em 4 fins-de-semana espaçados no tempo. Existe a possibilidade de se inscrever nos 4 ou apenas em 1 fim-de-semana.

 

21/22 de Maio 2022 | 28/29 de Maio 2022 | 09/10 de Julho 2022 | 23/24 de Julho 2022

10/11 de Setembro 2022 | 17/18 de Setembro 2022 | 08/09 de Outubro 2022 | 15/16 de Outubro 2022

GR-50-Grande-Rota-FDS

Localização: Parque Nacional da Peneda – Gerês

Ponto de Partida: Porto e/ou Braga

Extensão: aprox. 50 kms por fim de semana 

Duração: 2 dias 

Nível de Dificuldade: Moderado

Conforto: Dormida em Hotéis de montanha (quartos/camaratas)

Tipo de Trilho: Trilho Natural e Paisagístico – Sinalizado

PREÇO POR PESSOA = 195€ (cada fim de semana)

Inclui: Alojamentos e pequenos almoços, transportes e transferes, seguro e acompanhamento de guia especializado no terreno.

ATENÇÃO: Os almoços tipo volante podem ser adquiridos durante os percursos e os jantares poderão ser feitos nos locais de dormida.

Protocolo de higienização e boas práticas COVID-19

  • Por favor, introduza um número de 1 a 6.
  • 0,00 €
  • Termos e Condições

21 e 22 de Maio | 10 e 11 de Setembro

Germil – Campo do Gerês – Caldas do Gerês – Ermida – Fafião

A primeira parte deste fim de semana liga Germil à povoação de Brufe, percorrendo cerca de 4,5kms por antigos trilhos e caminhos, em plena serra Amarela, percorrendo bosques de carvalhos em mosaico com os socalcos agrícolas, passando pelas aldeias de Cutelo, Cortinhas e finalmente Brufe, uma pitoresca aldeia de montanha, muito bem preservada, com uma implantação privilegiada para o vale do rio Homem. A segunda parte liga Brufe até Campo do Gerês, passando por lugares de Carvalheira, pelo Bom Jesus das Mós e tendo como cenário principal o vale do rio Homem e o plano de água da albufeira de Vilarinho das Furnas, fazendo a passagem da serra Amarela para a serra do Gerês, separadas pelo rio Homem.

Este Domingo é possivelmente a etapa mais dura desta aventura e liga Campo do Gerês a Fafião, por caminhos e trilhos ancestrais que as comunidades locais utilizavam para aceder aos recursos da serra. O percurso enquadra-se em ambiente de montanha, percorrendo uma das elevações da serra do Gerês, assinalada pelo marco de Lamas, a 958 metros de altitude. A subida após as Caldas do Gerês e a ligação à aldeia da Ermida, é feita pelo interior da serra do Gerês, percorrendo os antigos trilhos que os pastores utilizavam para subir o gado até aos prados de montanha. A ligação final desta etapa leva-nos de Ermida (Terras de Bouro) a Fafião (Montalegre), ligando as duas aldeias serranas por antigos trilhos de pastores. Tem como momentos mais marcantes a passagem dos rios Arado (Ponte e Cascata da Rajada), do Conho (Ponte de Servas) e Fafião (Ponte da Pigarreira), a inesperada “Casa do Médico” e já no final da etapa, o belo Fojo do Lobo de Fafião.

28 e 29 de Maio | 17 e 18 de Setembro

Fafião – Sirvozelo – Pitões das Júnias – Tourém

A primeira parte deste fim de semana desenvolve-se entre Fafião e Cabril, com passagem por Pincães, percorrendo um ambiente rural e de montanha, passando zonas de matos, evidenciando-se os urzais, tojais e tomilhais, alguns dos habitats naturais caraterísticos da serra do Gerês e que qualificam o mel da região. Entre Cabril e Sirvozelo passamos por várias povoações que nos revelam a riqueza da serra e a cultura das comunidades do barroso com os seus aspectos típicos dos casarios de arquitetura tradicional, as eiras comunitárias, os espigueiros, as fontes, lavadouros e as suas pequenas capelas.

Domingo partimos da pitoresca Pitões das Júnias passando pela aldeia de Outeiro. O percurso é realizado na sua maioria em caminhos rurais, passando pelos lugares de Loivos, Fiães do Rio e Paredes do Rio. O percurso tem como ponto alto a diversidade paisagística, revelando a cada passagem alguns dos mais belos cenários da paisagem rural e do património cultural da região do Barroso e do Alto Cávado, além de percorrer o vale do Beredo e o seu extenso carvalhal, tendo como pano de fundo a serra do Gerês. Seguimos finalmente para Tourém, incluindo um troço por território galego, percorrendo as alturas do planalto da Mourela através de um mosaico agroflorestal e zonas de matos, onde ocorrem também pequenas áreas de turfeiras, formando em conjunto um complexo de habitats muito rico em biodiversidade.

09 e 10 de Julho | 08 e 09 de Outubro

Ameijoeira – Castro Laboreiro – Sra. da Peneda – Mezio – Soajo

Este fim de semana inicía-se no lugar da Ameijoeira, Castro Laboreiro, no local que marca a fronteira entre Portugal e Espanha, onde se encontra instalado o painel de início de etapa. O percurso vai-nos levar a visitar várias inverneiras, prosseguindo inicialmente ao longo do Rio Castro Laboreiro e entrando no Carvalhal do Barreiro, atingindo depois as cotas mais altas (1.000 metros de altitude) antes de baixar para Castro Laboreiro. O percurso volta a subir para seguir um trilho de pastoreio, de acesso aos prados mais altos, atravessando uma zona essencialmente de matos e bosques, descendo gradualmente, por entre matos e afloramentos rochosos, até à Porta de Lamas de Mouro. A ligação à Sra. da Peneda é feita através de bosques (carvalhal de Tieiras, antigos caminhos de ligação de aldeias e campos agrícolas).

No Domingo o percurso vai levar-nos através de um mosaico agrícola e velhos caminhos para passar no Baleiral, descendo depois para a junção das águas do Rio Peneda e Rio Pomba antes de iniciar a subida para Tibo até Adrão. Continuamos a caminhar por entre vales e outeiros, onde se sucedem os bosques bucólicos, a flora e fauna local, ribeiros de águas cristalinas, as velhas brandas de gado, caminhos de romeiros, etc., passando pela Branda de Bordença em direcção às Ínsuas de Soajo com os magníficos exemplares dos antigos abrigos outrora utilizados para a pastorícia. Antes de descermos para o Soajo, faremos uma visita à Porta do Mezio. Na parte final desta etapa vamos em direção a Vilar de Suente, um lugar que pertence já à freguesia de Soajo, com as suas construções tradicionais, nomeadamente espigueiros e as habitações típicas da região. Deixando o lugar, tomamos a direção de Soajo, seguindo um antigo caminho agrícola, com pavimento em laje granítica, na sua maioria ladeado por muros. Passamos o ribeiro da Lapa e a sua bonita ponte, bem como alguns bosquetes de folhosas.

23 e 24 de Julho | 15 e 16 de Outubro

Soajo – Lindoso – Ermida – Germil

Este fim de semana é mais exigente fisicamente e vai passar por vários núcleos populacionais no Vale do Lima, percorrendo caminhos agrícolas, carreiros e trilhos florestais, atravessando essencialmente zonas de pastagem, matos e pequenos bosquetes de folhosas, bem como algumas corgas e linhas de água. De particular interesse é o Poço da Gola, a Eira do Tapado (Parada de Lindoso) onde se reúne um conjunto de vinte e um espigueiros datados dos séculos XVIII e XIX – e o Castelo e Eira do Lindoso.

Percorrendo velhos caminhos de montanha e estradas florestais, este Domingo vai-nos levar pelas vertentes da Serra Amarela através de corgas e campos agrícolas, atravessando zonas essencialmente de matos baixos e pequenos bosquetes, mas também vales profundos (Rio Froufe e Carcerelha). De especial interesse é a visita ao Núcleo Museológico da Ermida, que guarda importantes achados da ocupação antiga da serra Amarela (Estátua-Menir e a Pedra dos Namorados). O percurso entre Ermida e Germil desenvolve-se na vertente poente da serra Amarela, em pleno ambiente de montanha, acompanhados de uma fantástica paisagem construída pelo Homem ao longo dos séculos em perfeita harmonia com a natureza.

Transportes e transferes

  • A lotação dos nossos veículos será reduzida de acordo com as orientações da DGS;
  • Será acautelada a renovação do ar interior das viaturas e a limpeza das superfícies;
  • Dispomos de carrinhas de 9 lugares que terão a sua lotação reduzida a 6 ocupantes garantido desta forma o espaço entre os participantes durante a viagem;
  • Está garantido desde o Porto e/ou Braga para o início do percurso
  • Serão feitos transferes para alojamentos no final de cada dia.

O que deve levar?

Os participantes são aconselhados a trazerem o seu próprio material de combate à propagação do COVID-19 (máscara, desinfetante manual, etc).

  • Mochila 20L (para transporte de água, comida e agasalho);
  • Roupa confortável de acordo com a época;
  • Botas de caminhada ou sapatilhas (material usado e confortável);
  • Agasalho;
  • Impermeável;
  • Cantil (pelo menos 1,5l de água);
  • Óculos de sol e protetor solar;
  • Chapéu ou Lenço;
  • Saco do lixo individual.

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