TRILHO CASTREJO - Parque Nacional Peneda Gerês

A segurança, qualidade e dedicação para com os nossos clientes são pilares que sustentam as nossas atividades.

Oferta de máscaras a todos os participantes e será disponibilizado gel desinfetante para as mãos.
24 MAIO | 02 JUNHO | 11 JUNHO | 20 JUNHO | 22 JUNHO | 01 JULHO | 10 JULHO

Localização: Castro Laboreiro – Parque Nacional da Peneda – Gerês

Ponto de Partida: Cruzamento – Castro Laboreiro

Extensão: aprox. 17km

Duração: +- 7h  

Nível de Dificuldade: Moderado

Altitude Min/Max: 1124 m

Tipo de Trilho: Trilho Cultural e Paisagístico – Sinalizado

OPÇÃO 1 – Transfer Ida e Volta Porto | Preço: 20,00€ p/pax

OPÇÃO 2 – Encontro no Cruzamento – Castro Laboreiro | Preço: 12,00€ p/pax

Protocolo de higienização e boas práticas COVID-19

  • 0,00 €
  • Termos e Condições

Capela de S. Brás, Moinho de Água e Ponte da Assureira

Ao passar pela Inverneira da Assureira, é de notar uma pequena capela que contém traços de construção “Manuelina”, estilo arquitetônico português, que surgiu nos inícios do Séc. XIX e é caracterizado como o “Gótico Tardio”, no entanto devido às remodelações pouco criteriosas já feitas, a capela tornou-se incaracterística.

Junto à capela encontrará também um moinho para a moagem do milho de data incerta, mas colocado algures já na idade moderna e a Ponte da Assureira que dos 3 elementos referidos é a mais antiga datando da Baixa Idade Média em que curiosamente as partes mais bem preservadas são as mais antigas, se olharmos atentamente os blocos maiores são os origem romana que estão em perfeitas condições, os mais pequenos também presentes são os mais modernos e menos conservados.

Sugestão: Antes ou depois de atravessar a ponte faça um pequeno desvio até ao rio e espreite para a parte inferior do tabuleiro, por certo se irá aperceber da diferença!

Ponte Cava da Velha

Devido à sua extensa rede hidrográfica este região necessitou de inúmeras pontes desde tempos longínquos, a da Cava da Velha sendo uma das mais antigas, datada do Séc. I, foi construída por ordem dos romanos aquando da construção da ligações entre os territórios conquistados na Galiza em Espanha,  e os territórios no norte de Portugal. A ponte não se encontra com o seu aspeto original, tendo sido reformulada na idade medieval.  

 

 

Bico do Patelo

Seguindo os caminhos deste trilho e logo após transpor a “Inverneira da Curveira”, irá encontrar o Bico do Patelo, estranha formação granítica em forma de bico, faz-nos lembrar a cabeça de uma ave de rapina, localiza-se no topo de um maciço rochoso, digno de todas as fotos que poder tirar.

Ponte das Cainheiras

Do Bico do Patelo à Inverneira das Cainheiras, a caminhada será de mais alguns quilómetros pelo meio destas paisagens verdejantes, transpondo um ou outro ribeiro e o rio da Corga das Lapas. Chegados á Inverneira, terá à sua espera a Ponte das Cainheiras, de grande importância para a população pois é uma das conexões às brandas utilizadas no Verão, que se situam junto ao planalto na margem esquerda do Rio Laboreiro. Esta ponte por sua vez é bem mais recente do que as anteriores datando do Séc. XVIII, de construção simples, mas bastante efetiva.

 

 

Ponte da Varziela 

Das Cainheiras iremos não muito longe até á ultima Inverneira do trilho a da Varziela, como se pode perceber pela abundância das mesmas, o seu papel era de uma importância ímpar para a população e o seu sustentável modo de vida. Aqui encontramos mais uma das pontes que em tanto nos ajudam a transpor estes caminhos antigos, a “Ponte de Varziela”.

Das inúmeras da região, esta é a que apresenta mais evidências de ter sido construída no período medieval, devido às poucas intervenções que foi alvo, datando a sua construção algures entre o Séc. XII e XIV, representando uma preciosa ligação entre a Galiza e os territórios portugueses.

 

 

Ponte Velha de Castro Laboreiro

Já cansados mas certamente com um sentimento de dever cumprido e superação, temos uma última paragem a fazer neste trilho, a Ponte Velha de Castro Laboreiro. 

Ali estabelecida em estilo medieval e que, apesar das incertezas, se pensa ter sido construída algures entre o Séc. XV e XVI. Serve de acesso aos moinhos que pelas linhas de água fora se foram estabelecendo, fornecendo também uma essencial passagem a quem se dirigia ao castelo. 

Transpondo a ponte, chegamos por fim, ao final deste trilho, de volta à fantástica vila de Castro Laboreiro, onde por certo terá tempo de recuperar energias, com as delícias gastronômicas por lá feitas. 

 

 

 

Panorama do Castelo de Castro Laboreiro

Depois de tantas preciosidades pelo caminho, deixamos uma pequena sugestão que o fará sair dos contornos da vila. A caminhada foi longa e nada melhor que um olhar mais abrangente sobre toda a região, por isso sugerimos que se dirija ao Castelo de Castro Laboreiro fortificação ali construída para defesa da região e controlo da fronteira ali perto, por esta altura já terá certamente dado conta da sua imponente existência. Entre pela porta do Sapo contemple a vista maravilhosa e quando a vista estiver bem explorada poderá regressar à vila pela Porta do Sol.

Descrição do trilho 

Este trilho feito no sentido contrário aos ponteiros do relógio. Mais que um trilho de beleza ímpar, com paisagens impressionantes e caminhos centenários, é um trilho que nos ensina muito acerca das vivências dos que por estas terras vivem e delas dependem. 

Hoje em dia muito se fala em “sustentabilidade“, é tema do momento no toca principalmente ao turismo e agricultura e para espanto de muitos a sustentabilidade é praticada nestas terras por centenas de anos, aqui o povo aprendeu que forçar a natureza não é solução e com isso decidiram há muito acompanha-la no ritmo que ela lhes impõe.

Como tal, soluções foram necessárias para se chegar a um equilíbrio quase perfeito entre homem e natureza. Desta forma decidiram viver consoante as condições meteorológicas, criando o que chamamos de Inverneiras e Brandas, núcleos populacionais sazonais, que lhes permitem mover-se com os seus animais, tendo um aproveitamento máximo do que cada época do ano lhes providência. 

Deste modo com preparações prévias e com datas específicas para o efeito, a 15 de Dezembro já com o frio a fazer-se sentir os locais deslocavam-se para as “Inverneiras” zonas de baixa altitude protegidas do frio, onde permaneciam durante todo o Inverno, até que com a Primavera a despontar, a 15 de Março deixavam as suas “Inverneiras”  e retornavam às “Brandas”, subindo às zonas altas do planalto onde permaneciam durante a maior parte do ano, sendo estas mais férteis e com melhores pastagens para os animais.

No entanto regularmente os locais deslocavam-se às Inverneiras para cuidar do solo, tirando assim o maior proveito dos 2 núcleos sazonais, retornando sempre no final do dia às respetivas “Brandas”. Neste percurso que passa maioritariamente nas zonas baixas irá ter uma visão em primeira mão de como estes núcleos foram construídos e como operam, devido a ser uma tradição a cair em desuso a maioria destes núcleos encontra-se deserto, no entanto há sempre a exceção à regra e em alguma das 5 Inverneiras do percurso irá certamente encontrar gentes na labora das terras ou a tratar dos seus amados animais.  

100% SEGURO

  • Grupos com um máximo 5 pessoas por guia / transporte;
  • Locais e horários de caminhada com fluxo baixo de caminhantes;
  • São escolhidos trilhos com baixo grau de risco;
  • Percursos adaptados para reduzir ao mínimo o contacto com os locais;
  • Lotação dos veículos de transporte reduzida de acordo com a DGS;
  • Renovação do ar interior das viaturas e limpeza das superfícies;
  • Evitadas aglomerações durante os períodos de pausa;
  • Durante todo o percurso são postas em prática as regras de distanciamento social;

Deslocação para o local da caminhada

  • A lotação dos nossos veículos será reduzida de acordo com as orientações da DGS;
  • Será acautelada a renovação do ar interior das viaturas e a limpeza das superfícies;
  • Dispomos de carrinhas de 9 lugares que terão a sua lotação reduzida a 6 ocupantes garantido desta forma o espaço entre os participantes durante a viagem;
  • Como alternativa poderá deslocar-se no seu próprio veículo até ao ponto de encontro do início da caminhada.

O que deve levar?

Cada participante deverá trazer água e alimentação suficientes para as suas necessidades, de modo a evitar a partilha de qualquer material entre todos.

Os participantes são aconselhados a trazerem o seu próprio material de combate à propagação do COVID-19 (máscara, desinfetante manual, etc).

  • Mochila pequena (para transporte de água, comida e agasalho);
  • Roupa confortável de acordo com a época;
  • Botas de caminhada ou sapatilhas (material usado e confortável);
  • Agasalho;
  • Impermeável;
  • Cantil (pelo menos 1,5l de água);
  • Óculos de sol e protector solar;
  • Chapéu ou Lenço;
  • Saco do lixo individual.

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